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Setembro amarelo: é preciso agir

Em 2019 o rapper brasileiro Emicida lançou em um vídeo clipe sua nova música AmarElo, do disco com o mesmo nome. Em sua abertura, um jovem desabafa – em uma mensagem enviada para o próprio Emicida tempos antes – sobre seu sofrimento na luta contra a depressão envolto em pensamentos suicidas. Forte e pungente, a mensagem segue com a entrada de um sample de “Sujeito de Sorte”, do cantor Belchior, que dizia: “Ano passado eu morri, mas esse ano eu não morro”.

AmarElo é mais que uma mensagem, segundo o próprio artista contou em uma entrevista à revista Rolling Stone Brasil. “A ideia é que as pessoas se enxerguem maiores do que os seus problemas”, disse ele. E nesse mês em que o mundo todo se dedica à prevenção ao suicídio assim como na música a reflexão sobre o tema se faz mais do que necessária.

Desde 2014, a Associação Brasileira de Psiquiatria – ABP, em parceria com o Conselho Federal de Medicina – CFM, organiza nacionalmente o Setembro Amarelo. O dia 10 deste mês é, oficialmente, o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, mas a campanha acontece durante todo o ano.

São registrados cerca de 12 mil suicídios todos os anos no Brasil e mais de 01 milhão no mundo. Trata-se de uma triste realidade, que registra cada vez mais casos, principalmente entre os jovens. Cerca de 96,8% dos casos de suicídio estavam relacionados a transtornos mentais. Em primeiro lugar está a depressão, seguida do transtorno bipolar e abuso de substâncias (fonte: Setembroamarelo.com).

Para dar suporte às pessoas físicas e empresas que queiram divulgar informações sobre o assunto, a ABP e o CFM criaram uma cartilha (Suicídio: Informando para prevenir) com informações importantes sobre prevenção e ações que toda a sociedade deveria tomar. A primeira das ações é desmistificar o suicídio e entender que o ato pode ser desencadeado por diversos fatores, mas por trás disso tudo existe uma pessoa em estado de doença mental. Por isso é preciso agir para identificar os principais fatores de risco, como os transtornos psiquiátricos. A depressão, por exemplo, é um desses fatores.

Depressão, homeopatia, causas e tratamentos

A depressão é o resultado da interação de fatores sociais, psicológicos e biológicos bastante complexos. Pessoas que passaram por situações difíceis, como luto, traumas psicológicos, violência, desemprego… são mais propensas a desenvolver depressão. Mas ela também pode surgir a partir de um desequilíbrio hormonal ou por causa da disbiose intestinal, por exemplo.

Aqui no blog já falamos sobre esses assuntos tão complexos e você pode ler mais sobre suas causas e o uso da homeopatia para o tratamento da depressão e seus males clicando aqui, aqui e aqui.

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