Qual a dosagem, o preço e para que serve a vitamina D para criança?

É inegável a importância da vitamina na vida de todo ser humano, inclusive a vitamina D para criança.

As propriedades da vitamina D para criança vão muito além da conservação óssea, como apontam diversos estudos, cada vez mais específicos e precisos, que mostram os benefícios da vitamina D para criança também no sistema imunológico.

O uso preventivo da vitamina D para criança ajuda na precaução da obesidade, alergia, possíveis infecções e, também, na melhora do sistema imunológico.

A vitamina D para criança também é importante porque contribui para prevenir o raquitismo, condição essa que provoca o amolecimento dos ossos e que pode ocorrer em crianças em crescimento.

A luz solar é a principal forma de obter a vitamina D para criança e para qualquer pessoa, mas há casos em que é necessária uma ‘suplementação’.

Nesse artigo vamos esclarecer as dúvidas mais recorrentes sobre o tema, como, por exemplo, qual melhor vitamina D na pediatria, se é melhor a vitamina D para criança em gotas ou em goma, qual a dosagem da vitamina D para criança, quais os alimentos são ricos em vitamina D, qual o preço da vitamina D?

Na pediatria, qual melhor vitamina D?

A vitamina D para criança pode ser obtida especialmente pela exposição solar. Isso porque, entre 80% e 90% da vitamina D no nosso organismo é decorrente da síntese cutânea que nosso corpo produz ao ser exposto à luz solar.

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Além disso, existem, também, alimentos ricos em vitamina D, como é o caso do salmão e do atum, cujo consumo pode suprir até 20% do que o organismo precisa. Veja abaixo uma lista com alguns dos alimentos que contém mais vitamina D.

Na pediatria, qual melhor vitamina D

Outra alternativa indicada por profissionais para a obtenção de vitamina d para criança está na suplementação. É uma opção importante, mas é preciso que um médico de pediatria faça a melhor avaliação das necessidades da vitamina D para criança. Afinal, se a falta de vitamina d para criança provoca problemas de saúde na pediatria, seu consumo em excesso também acarreta riscos, como, por exemplo, a elevação do cálcio na corrente sanguínea, tontura, náuseas, diarreia, formação de cálculos renais e de vesícula.

É melhor a vitamina d para criança em gotas ou em goma?

Comer alimentos ricos em micronutrientes (vitaminas e minerais) é fundamental para que as crianças alcancem um desenvolvimento saudável.

Quando a quantidade de vitamina D para criança não é a ideal, a suplementação pode ser uma opção, desde que recomendada por um médico.

A ingestão da vitamina D para criança pode ser feita de maneira divertida, por meio de gomas, por exemplo, ou gotas, a depender da orientação do profissional. 

Ainda que seja atrativo para as crianças, vale lembrar que as gomas podem conter açúcares, adoçantes e corantes ou saborizantes artificiais, que podem prejudicar na absorção de nutrientes no organismo e podem afetar na qualidade nutricional.

Qual o preço da vitamina D?

Com as possibilidades de se ingerir a vitamina D para criança por meio da suplementação no por meio de gotas e gomas, os preços variam bastante entre as principais marcas. Numa rápida pesquisa pela internet, é possível encontrar vitaminas D para crianças e adultos a partir de R$ 10 podendo ultrapassar os R$ 95.

Qual a dosagem da vitamina d para criança?

A primeira recomendação é observar a concentração da vitamina D para criança utilizada. Para se ter uma ideia, a ingestão diária recomendada de vitamina d para criança e adolescentes pela Sociedade Brasileira de Pediatria é de 400 unidades internacionais por dia.

Qual a dosagem da vitamina d para criança

Segundo a nutricionista Gisela Savioli, a dosagem de vitamina d para criança funciona da seguinte maneira:

“Do nascimento até completar os primeiros 10kg, inicie com uma dosagem de 1,000 UI partir do momento em que ela atingir os 10kg, comece então com uma dosagem de 2.000 UI, quando completar 20kg, passe a dosagem para 3.000 UI, 30kg, 4.000 UI e ao atingir 40 kg, 5.000 UI. Siga essa tabela de vitamina D para criança durante todo o período da infância até os 11 anos de idade da criança”.

A nutricionista também reforça a necessidade de acompanhamento médico para definir qual a dosagem de vitamina D para criança, em função de cada caso, uma vez que há crianças que ingerem quantidade maior de vitaminas na alimentação, por exemplo, reduzindo, assim, o volume da suplementação.

Alimentos ricos em vitamina d

Como já mencionado, alguns alimentos são ricos em valor de vitamina D e colocá-los na rotina diária de alimentação vai ajudar na obtenção de mais vitamina D para criança. Segundo uma lista feita pelo site especializado em saúde e bem-estar, Tua Saúde, esses são os 16 principais alimentos que apresentam qual melhor vitamina:

  • Óleo de fígado de bacalhau – 252 mcg
  • Óleo de salmão – 100 mcg
  • Salmão – 5 mcg
  • Salmão defumado – 20 mcg
  • Ostras – 8 mcg
  • Arenque fresco – 23,5 mcg
  • Leite fortificado – 2,45 mcg
  • Ovo cozido – 1,3 mcg
  • Carnes (frango, peru e porco) e vísceras em geral – 0,3 mcg
  • Carne de boi – 0,18 mcg
  • Fígado de galinha – 2 mcg
  • Sardinha enlatada no azeite – 40 mcg
  • Fígado de boi – 1,1 mcg
  • Manteiga – 1,53 mcg
  • Iogurte – 0,04 mcg
  • Queijo cheddar – 0,32 mcg

O sol e a vitamina d

O sol é a principal fonte de qual melhor vitamina D para o ser humano. A forma ideal de obter os nutrientes é a partir do contato dos raios do tipo B (UVB) do sol com a pele humana. Por isso, em períodos de inverno, quando somos menos expostos aos raios solares da vitamina D, é quando devemos consumir ainda mais alimentos ricos em valor de vitamina D, para compensar.

O sol e a vitamina d para criança

Os horários mais adequados para tomar sol, segundo dermatologistas, são do momento em que ele nasce até as 10h e também a partir das 16h, até quando ele se põe. Em regiões em que se é convencionado o horário de verão, o melhor horário vai do nascimento até as 11h e das 17h até ele se por.

Protetor solar inibe a absorção da vitamina D?

Uma dúvida que surge a respeito da exposição solar para produção de valor de vitamina D é se a pessoa deve ou não usar o protetor solar. Matéria publicada pelo Viva Bem, do UOL, esclarece essa dúvida. Veja um trecho extraído do site:

“Os dermatologistas são unânimes ao afirmar que é fundamental proteger a pele contra os efeitos nocivos dos raios solares. No entanto, algumas pesquisas discutem se o uso do filtro pode impedir a absorção da vitamina D, uma substância fundamental para a saúde do organismo. Atualmente, uma em cada três pessoas que vivem no ambiente urbano possui deficiência da vitamina D devido à falta de exposição ao sol.

A vitamina D é um hormônio esteroide lipossolúvel que pode ser obtido através de exposição solar, alimentação ou suplementação. A substância é essencial para o corpo humano, pois controla cerca de 270 genes, e sua ausência está associada a uma série de complicações, como osteoporose, doenças cardíacas e relacionadas ao sistema imunológico, diabetes e esclerose múltipla.

Os pacientes estão recebendo orientações de saúde antagônicas: a foto proteção para prevenção ao câncer de pele e, ao mesmo tempo, a necessidade de exposição solar para garantir um bom status de vitamina D. A prática de proteção solar está associada a concentrações mais baixas da substância em comparação com indivíduos foto expostos, mas não o suficiente para causar sua deficiência”, afirma a dermatologista Aline Vieira.

Protetor solar inibe a absorção da vitamina D

“A radiação solar do cotidiano é suficiente para promover a síntese adequada de vitamina D. Claro que o bloqueio completo da radiação UVB causaria uma diminuição significante na produção da substância. Entretanto, a foto proteção no sentido estrito e sua real prática são situações diferentes, ou seja, sempre ocorrem pequenas exposições”, complementa a profissional.

A absorção da vitamina D pode diminuir pelo uso do protetor solar, pois o produto impede que a radiação atinja o corpo, porém, não a níveis significantes no Brasil. “Em um país como o Brasil, em que o índice de radiação solar é imenso, não precisamos nos preocupar com a deficiência da substância relacionada ao uso do protetor”, garante a dermatologista Gabriella Albuquerque.

Além disso, é importante lembrar que pouquíssimo tempo de exposição já garante os efeitos benéficos do sol.

Para garantir as quantidades adequadas de vitamina D e ainda assim proteger a pele contra os efeitos nocivos do sol é inclusive recomendável que se modere o valor da exposição. Cerca de quinze minutos três vezes por semana já é suficiente para quem tem pele branca. Até uma hora para quem tem pele negra e 30 minutos para pele intermediária.  Peles escuras têm mais melanina e, portanto, maior dificuldade de absorver os raios UV (ultravioleta).

Para quem prefere evitar expor a cabeça, ou o rosto, basta deixar braços, mãos e pernas à mostra e já é suficiente para que a vitamina D possa ser produzida. Vale lembrar que a obtenção da vitamina D é impedida se a exposição à luz se der por trás de janelas de vidro e é praticamente inexistente no início e no final do dia e também reduz bastante em dias nublados, mesmo com mormaço.

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